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EXUS COM NOMES INFERNAIS

✔ VÍDEO BASEADO NO TEXTO ESCRITO NO MAGIA DO AXÉ
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Com certeza vocês já ouviram muitos nomes de Exú intimidadores, como Maria Padilha da Figueira do Inferno, Pinga Fogo, Exú asa negra, Maria Mulambo da lixeira,Exú sete almas….né? Mas porque esses nomes se eles são entidades de luz?

A resposta foi me dada por uma pomba gira belíssima, Dnª Maria Quitéria, que explica que em torno do nosso plano existem MUITOS níveis espirituais superiores, cheios de mestres e espíritos que galgam sua evolução, assim como MUITOS planos espirituais negativados, os umbrais, onde espíritos não conseguem ou não querem compreender o caminho da luz, e criam uma esfera de escuridão da alma.

São locais MUITO densos energeticamente, de vibração baixíssima, onde se tem contato com irmãos que de tão fundo, ás vezes, deformam sua condensação humana, se plasmando por vezes como seres grotescos. Então, temos que ter medo? NÃO!

Esses espíritos, dos umbrais, precisam de ajuda, como eu e você, mas são mais difíceis a aceitar seres mais elevados, ou de vibrações maiores, eis o trabalho dessas linhas de Exú. Estamos acostumados com as entidades de encruzilhada, estrada, matas, mas quando a coisa vai para a casa pequena ficamos mais apreensivos de lidar, como é o caso dos caveiras ( que são tãoooo maravilhosos), mas, menos receptivos que um Tranca-Ruas, por exemplo. Esses exús, que trabalham nessa vibração baixa de umbrais, precisam se transvestir de formas similares aos que estão lá, para que esses espíritos não baixem a guarda, combatendo suas barreiras naturais, e assim, oferecendo-lhes auxílio.

Mas, esses Exús são pesados? Sim e Não. Eles sabem se limpar energeticamente para vir para uma gira ou migrar de planos, mas geralmente são chamados por outros exús mais próximos do nosso plano para casos de trabalhos mais extremos ( desobcessões, limpeza, libertação, quebra de magia), ou de cargas maiores, afinal, sabemos que todos eles conversam. Por isso não se deve chamá-los com a mesma frequência que fazemos com entidades mais próximas, pois o campo de atuação deles é bem árduo e difícil.

Viu? Não tem porque ter medo de exú, mas sim, respeitar e admirar o trabalho que esses espíritos guardiões fazem por nós e por todos os outros espíritos.

Laroiê, exú é Mojubá! 🙂

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